segunda-feira, 25 de outubro de 2010

RESPOSTA POLÍTICA

Não é do meu costume tratar de questões políticas de modo pessoal. No entanto, face aos constantes ataques que tenho sofrido pelo grupo yahoo do SERPRO, notadamente pelos funcionários Strappazzon, Cláudia Amorim e outros que orgulhosamente exibem seu preconceito e ódio que a pretexto de "contribuírem" para os bons encaminhamentos da campanha salarial em curso, usam desse importante meio de comunicação para agredir-me de forma torpe, mesquinha e cruel.


Não podia e não posso ficar calada, sob pena de não honrar os compromissos políticos assumidos perante meu mandato de Secretária de Formação da FENADADOS, Presidenta do SINDPD/CE, Coordenadora do ACT 2008/09, mãe, mulher e, sobretudo, de militante política que busca contribuir para o processo de organização e autonomia da classe trabalhadora.


Reconheço que é da nossa cultura sindical que os embates sejam duros e incisivos. Agora, ataques desse porte e eivado de preconceitos soa estranho e descabido, completamente à margem do espectro ideológico em que normalmente tratamos as nossas questões políticas fundamentais.


Há que se separar o pessoal do político. Se é próprio da direita golpista criminalizar os movimentos sociais, assassinar reputações de militantes socialistas históricos, não podemos admitir em nosso meio que essa forma vil de se fazer política se torne corriqueira. Basta, Senhor Strappazzon,


Sou daquelas que aceitam uma boa provocação. Não é o que o senhor faz. O Sr. me insulta, me calunia e ataca a minha honra. Irei chamá-lo em juízo, caso o Sr. não se retrate publicamente, visto que a prova cabe a quem acusa. Chega de vilanias a guisa de política.


Quanto às nossas lutas, tenha claro que ela continuará com as mesmas dinâmicas de combatividade, democrática, transparente e guiada pelas assembléias de base. Ninguém, nem mesmo o Sr. terá qualquer tipo de privilégio. Sindicato é pra lutar. E continuaremos lutando. Para quem não contribuiu com um tijolo se quer na construção da história da nossa categoria como o senhor, figa fácil querer destruí-la. O movimento sindical não é o fim de si mesmo e sim o resultado de luta suor e sangue da classe trabalhadora, não conspiramos contra nossos próprios interesses, lutamos sim por uma sociedade mais justa e igualitária.


Telma Dantas

Trabalhadora do Serpro há 28 anos

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